Como fazer waffles rápidos e saudáveis

Apetecia-me qualquer coisa doce...não que o faça muitas vezes pois raramente o açúcar faz pare da minha dieta, mas não sei porquê apetecia-me.

Mas com o meu corpo ainda a recuperar de uma cirurgia comer açúcar estava fora de questão.

Pesquisei no Sr.Google e encontrei o chamariz perfeito - waffles simples


Como não tinha todos os ingredientes, eis a minha receita testada e aprovada:

1 ovo
2 colheres de sopa de farinha de trigo integral
2 colheres de sopa de farinha de côco
1 colher de sopa de skyr
1 colher de chá de fermente em pó
água q.b.

Numa taça juntei os ingredientes secos e noutra bati o ovo com o skyr e juntei tudo. Como a consistência ficou de uma massa de biscoitos, fui juntando água até ficar com a consistência de uma papa de bebé e deixei repousar por 5 minutos.

Como não tenho máquina de waffles não ficaram tão bonitos, mas a tosteira funcionou na mesma :)


Regados com mel souberam-me pela vida.

Rápidos.

Saudáveis.

Simples :)





Cuidar de nós mesmas

Esta é uma regra mesmo muito importante e da qual nos esquecemos com facilidade.

A eterna tirada "se eu não tomar conta de mim, quem tomará?" (creio que a original é "se eu não gostar de mim, quem gostará?") é bastante certeira e há uma razão de ser para isso.

Por vezes, é necessário parar um pouco e abrandar o ritmo, sob pena de se ser engolido pelo stress diário e pelas preocupações constantes, ou até mesmo pelo "tédio" da vida rotineira.

Temos que ser capazes de encontrar momentos para estar, só estar, calmos e serenos.

Até ter sido mãe sempre consegui arranjar espaço e tempo para fazer isto, para estar comigo mesma, para me ocupar de mim, para fazer uma espécie de "stress-off".

Apesar de ser uma pessoa bastante extrovertida e social, também aprecio (e preciso) bastante estar sozinha.
Necessito ouvir-me a mim mesma, para organizar pensamentos, sentimentos e emoções. Preciso de assentar os pés na terra, as ideias na cabeça e as emoções no coração, para ganhar ânimo, fôlego e coragem para seguir em frente.



Sempre tive o hábito de caminhar na praia, pela manhã, sempre com os pés descalços, para sentir a areia e a água fresca do mar da Costa Vicentina, na minha praia de eleição desde que me conheço por gente.

Gostava de chegar bem cedo, antes de todos chegarem à praia e começar o reboliço comum de guarda-sóis, toalhas e demais parafernália de malta veraneante, apenas com as gaivotas por companhia.

Este exercício de "ligação à terra" (como sempre lhe chamei) sempre me permitiu respirar, sentir pulso a mim mesma e ouvir-me. Principalmente sempre me permitiu abrir os olhos e ver o mundo com mais luz e nitidez.

Infelizmente as exigências da maternidade fizeram com que esses momentos se tornassem cada vez mais escassos, dada a minha logística familiar complicada, já que não tenho qualquer sistema de apoio (leia-se "avós").

O que faz com que os poucos momentos em que consigo fazer isso sejam como água do oásis no meio da travessia no deserto!

O facto é que continuo a precisar desses momentos, para manter alguma réstia de sanidade mental... algo que se tornou ainda mais imperativo após o nascimento do meu segundo filho, que tem sido uma fonte de desafios constantes.

Além de me ter dedicado ao crochet e ao tricot (que foram a minha salvação em momentos mesmo muito críticos), mais recentemente aderi à meditação.

Já tinha tentado fazê-lo em outras ocasiões, sem sucesso. Pelos vistos tenho uma mente-macaco-louco muito acentuada!

Mas recentemente decidi tentar novamente. E consegui acalmar a minha mente saltitante.
Essencialmente concentrei-me apenas e só no ritmo da minha respiração.
Ter recorrido a um vídeo de meditação guiada no Youtube também ajudou a que conseguisse concentrar-me melhor.

O efeito foi praticamente imediato!
Na manhã do dia seguinte senti uma serenidade fora do comum.
Apesar da correria habitual para acordar e despachar os miúdos, levá-los à escola e conseguir chegar a horas ao trabalho, senti uma paz fora do comum. Não houve gritos nem irritações, não me senti stressada com o trânsito a caminho do trabalho e a calma que senti durante aqueles momentos, habitualmente marcados por angústia e nervos, foi uma agradável surpresa!

Por isso, adoptei esta prática, dia sim dia não, ao final da noite. O ideal era ser logo de manhã, antes dos miúdos acordarem, mas eu gosto demasiado do sono da manhã.

Os seus efeitos têm-se notado de forma bastante evidente.

São 15 minutos de prática diária que fazem toda a diferença na minha forma de estar durante o dia.

Estes 15 minutos são bem empregues e fazem-me ganhar em termos de bem-estar.

E vós, têm o hábito de meditar? Ou têm outros truques para cuidar de vós?



Simplificar as redes sociais





imagem daqui


Há uns anos escrevi isto lá no meu outro lado...
(é óbvio que não deixei de todo de ver televisão, mas os comportamentos cá de casa melhoraram consideravelmente)

Ultimamente tenho sentido a necessidade de acalmar a minha presença nas redes sociais, não tanto a minha participação, que considero ligeira, mas muito mais o meu consumo.

Isto que escrevo até pode parecer um contra-senso, porque à partida aquilo que escrevo é com o intuito que alguém leia, mas...

Queixamos-nos muitas vezes de falta de tempo, que andamos sempre a correr de um lado para o outro. Não digo que não seja verdade, que não tenhamos mais afazeres e responsabilidades a nosso cargo que nos fazem sentir assim, mas também é uma verdade que perdemos muito tempo perdidos na net, e não só nas redes sociais.

Comecei por ler alguns blog´s, que passei a seguir com regularidade. Depois veio o entusiasmo e criei o meu próprio blog. O fascínio pela blogosfera cresceu e quando dei por mim seguia algumas dúzias de blog´s que me seduziram inicialmente pelas suas fotos bonitas. Outros pela escrita, que ia muitas vezes de encontro aos meus pensamentos. Seguiu-se o Facebook e o Instagram. Quantas mais pessoas/marcas/instituições/... seguia, maior era o tempo que precisava diariamente para me "actualizar".

Eu (nós) preciso (amos) mesmo de receber toda esta informação diariamente?
Conhecemos todas as caras e histórias por trás de cada publicação?
Faz-nos falta?

Não digo que deixei ou vou deixar de seguir todos os blog´s ou contas que seguia, mas é certo que algumas delas não me acrescentava nada - além de fotos bonitas...

Mal comparando...
Vamos todos os dias ao centro comercial ver as montras, ou vamos só quando queremos comprar alguma coisa?



Aos que partiram

Nada que escrevessemos hoje faria qualquer sentido depois de um fim de semana de eventos trágicos, sem explicação, sem justiça,  sem nada.

Às famílias e amigos dos que partiram, as nossas sentidas condolências.

Que o tempo possa trazer paz aos vossos corações.


Ferramentas de trabalho

Cozinhar é daquelas tarefas incontornáveis em qualquer núcleo familiar, afinal todos precisamos comer.

Para cozinhar há ferramentas que são essenciais e eu sou muito esquisita neste aspecto, pois tenho várias sem as quais não posso passar.

Não quer dizer que as use sempre, todos os dias a todas as refeições que confecciono.

Mas preciso delas e uso-as numa base bastante regular.

Se em casa dos meus pais, estes utensílios estavam invariavelmente espalhados dentro da gaveta dos talheres e por vezes tínhamos que andar a desviar a concha da sopa para chegar à espátula, e sem falar das inúmeras vezes que a desorganização era tamanha que me dificultava a abertura da gaveta... quando finalmente tive a minha casa, entendi que isso não era a solução que eu pretendia para mim.

Descobri a solução perfeita por mero acaso, num dia em que fui com o meu marido à procura de toalheiros para montar nas casas de banho do nosso apartamento recém-adquirido.

Ali estava, em plena loja de materiais e decoração, em todo o seu esplendor e elegância, a fórmula perfeita para mim: um varão metálico com ganchos para pendurar todos os utensílios à vista, na parede junto ao fogão.

O meu marido, preocupado com o pó que se podia acumular, quis descartar a ideia. Mas eu fiz finca-pé e não me arrependi! De tal forma que quando vendemos o apartamento e comprámos a casa onde vivemos actualmente, o sistema veio connosco.

E dada a rotatividade na utilização dos utensílios, nem há tempo para acumular pó.

É uma solução simples, fácil de executar e elegante, a meu ver.


O investimento foi significativo, porque optámos por varão e ganchos em aço inoxidável, e o suporte para o papel de cozinha, a película aderente e a folha de alumínio foi a peça mais cara, mas valeu cada cêntimo!

Não há utensílios espalhados ao desvario dentro da gaveta dos talheres, não preciso desviar este para chegar àquele que preciso porque estão bem à vista.
E se o marido calhar a cozinhar, não precisa de me estar a perguntar onde estão as coisas...


Com os filhos surgiu ainda outra vantagem: estão demasiado elevados para os miúdos lhes chegarem naquela idade em que tudo o que é colher e garfo parecem brinquedos mágicos para as crianças.

Para quê complicar, quando podemos simplificar?!


Pequenos passos




Todos sabemos que o açúcar em excesso faz mal.
Mas, a partir de quando é que é em excesso?
Eu diria que é todo aquele que nós temos a escolha de adicionar ou não...

Se há alimentos como a fruta que têm "açucares naturais", há depois uma variedade cada vez maior de alimentos que contêm açucares "escondidos" que só se os eliminarmos por completo da nossa alimentação os evitamos.

Mas. vou centrar-me naquilo que me levou a este post.

Café.
Não há dia que não beba 3 ou 4.
Aqueles que bebo em casa, de máquina (de cápsulas), já há alguns anos que o bebo sem açúcar. O passo seguinte foi começar a reduzir lentamente a quantidade de açúcar adicionado ao café que bebia na rua, mais forte, logo mais amargo. A maioria das vezes não colocava mais que meio pacote. Depois houve uma altura que me convenci que o adoçante era "menos mau" que o açucar, mas afinal de contas, o que era ainda "menos mau" era o adoçante de stevia...
Mas depois o café deixou de me saber bem. Não gosto do sabor dos adoçantes...
Para quê complicar? Se o café de casa eu bebia sem açúcar, porque não também o de fora de casa ?!?!
Só custaram os primeiros.
Há mais de um ano que todos os cafés são bebidos sem açúcar.

Se em muitos "cafés" existem cestos com os pacotes para o cliente se servir, há outros tantos em que costumam colocar o pacote de açucar no pires. Esses, eu tenho o hábito de os guardar na mala.


É quando faço limpeza à mala que me apercebo da quantidade de açúcar que podia ter ingerido, e que por opção não o fiz.
Sem falar nos dois pacotes que colocam à disposição para um chá, uma meia de leite, ou até mesmo um copo de sumo natural...

Pode ser com pequenos passos, com uma escolha de cada vez, mas depende de cada um(a) de nós melhorar a nossa alimentação, fazer escolhas mais saudáveis.


Simples, certo?









Rotina de rosto simples e saudável

Já vos falei antes do meu caminho para uma vida mais saudável e com menos químicos aqui e aqui.

E neste caminho que percorro há uns anos, a rotina de tratar da pele do rosto foi das primeiras a mudar.

Não vou aprofundar o tema dos químicos altamente nocivos que os cremes de rosto (e corpo...) têm pois, primeiro não sou especialista e depois é uma decisão pessoal.

Por isso falo-vos da minha experiência na óptica da simplificação já que não demoro mais do 10 minutos por dia a limpar e hidratar.


Yap, nesta foto está tudo o que uso.

1 - Esfoliar

Dia sim, dia não, no banho uso a lufa para esfoliar o rosto com óleo de côco.
Aplico o óleo no rosto e com a lufa bem hidratada massajo em círculos todo o rosto...na verdade todo o corpo, sempre dos pés para a cabeça :)

2 - Hidratar

Quando saio do banho e depois de secar bem com a toalha aplico óleo de jojoba em todo o rosto aplicando uma leve massagem.
Como nas mãos fica uma leve camada de óleo, nos dias em que lavo o cabelo, passo as mãos nas pontas. Fica lindo e brilhante :)
Se por acaso não faço esta rotina no banho, no final uso a minha toalhinha de rosto que fiz para aproveitar toalhas antigas (podem ver aqui e aqui).

Simples, nutritivo e sem químicos :)